STF discutirá legalização do aborto até 12ª semana de gravidez

Brasília – Na véspera do Dia Internacional da Mulher, o Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu na terça-feira, ação que pode resultar na ampla descriminação do aborto até a 12.ª semana de gravidez no Brasil.

No fim do ano passado, a 1.ª Turma do STF apresentou o entendimento em um caso específico de que o aborto até os três meses de gravidez não pode ser considerado crime. Uma ação do PSOL foi protocolada na terça-feira, 7, para esclarecer a amplitude da decisão, pois hoje a prática é permitida apenas em caso de risco de vida para a mãe, feto anencéfalo ou estupro.

Na ação, o partido argumenta que, em 2015, 500 mil mulheres no País colocaram em risco suas vidas em abortos clandestinos. “A cidadania das mulheres está sendo violada”, disse a ex-deputada Luciana Genro (PSOL-RS), apoiadora da ação.

A sigla argumenta ainda que as razões jurídicas que criminalizaram o aborto são provenientes do Código Penal de 1940 e incompatíveis com a Constituição de 1988 no que se refere à dignidade da pessoa humana e cidadania. A ação questiona os artigos 124 (que pune com até 3 anos de detenção a mulher que praticar o aborto contra si mesma) e 126 (que prevê prisão por até 4 anos do profissional que realizar a interrupção da gravidez) do Código Penal por “violarem preceitos fundamentais” garantidos às mulheres. Pede-se ainda que seja concedida liminar para suspender prisões em flagrante, inquéritos policiais e o andamento de processos.

Repercussão. Sonia Coelho, da Marcha Mundial das Mulheres, teme que o momento não seja ideal. “Há instabilidade política e Congresso conservador.” Para Francisco Borba, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP, a ação é “um erro” “Não caberia ao STF legislar nem reinterpretar cláusulas constitucionais. E trata-se de negar a condição de pessoa a um indivíduo que já existe do ponto de vista biológico.”

Já o presidente da Comissão de Direito Médico da OAB-SP, Sílvio Valente, acredita que o Brasil seguirá a tendência mundial de flexibilização. “Mas acredito que ainda estamos muito longe de uma mudança na lei do aborto.” Mauro Aranha, presidente do Conselho Regional de Medicina (Cremesp), afirma que a entidade não tem posição. “É preciso fazer uma ampla discussão.”

 

Fonte: Odia.ig.com.br

 

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Sangue de Valdemiro tem poder?

Durante um culto na manhã de domingo 08/01 o pseudo-apóstolo Valdemiro Santiago, líder máximo da Igreja Mundial do Poder de Deus foi esfaqueado nas costas e no pescoço por um homem que assistia o culto. Valdemiro foi levado pro hospital e tratado. Não passou muito para que pastores da Igreja Mundial se aproveitassem do acontecimento para divulgarem heresias para enganar o povo.

 

Logo após, um pastor da Igreja apareceu no culto junto com a camisa cheia de sangue de Valdemiro Santiago, afirmando que ia passar a camisa ensanguentada no manto, e que quem tocasse no manto receberia “milagres extraordinários”.

 

Segue o link do vídeo em que o pastor faz essa afirmação…

Vídeo do pastor.

São acontecimentos como esses que nos mostram o quanto a Igreja brasileira está afundada na idolatria e nas heresias mais diversas. Bem sabemos que se existe um sangue que tem poder, esse sangue é o de Jesus que tem poder de nos lavar e tornar-nos mais alvos que a neve.

 

Infelizmente muitas pessoas não tem zelo pela palavra de Deus e se deixam influenciar por qualquer vento de doutrina e heresia, tornando-se inconstantes e instrumentos de Satanás.

Quem tem promessa de Deus não morre?

É comum ouvirmos dentro das igrejas e até fora delas que “Quem tem promessa de Deus não morre!” Mas é isso uma verdade bíblica? Será mesmo que a bíblia diz isto sobre os herdeiros da promessa?

 

Primeiramente, para compreendermos todas as questões da fé cristã e também esta, é necessário termos um fundamento em mente: A bíblia é a única e absoluta regra de fé para o cristão! O cristão não pode tirar de NENHUM outro texto, livro, mensagem, música e etc doutrina para sua fé. Se fizer isto estará se desviando dos caminhões do Senhor e logo cairá em apostasia.

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça;

2 Timóteo 3:16

Isto posto, vamos ao assunto principal.

É possível que muitos crentes hoje creiam nesta afirmação devido ouvirem em canções e mensagens, mas eu reitero que somente a Palavra de Deus é a regra de fé para o crente. Qualquer coisa que vier contra a Palavra é heresia!

Mas afinal, quem tem promessa de Deus morre ou não? A resposta é: MORRE SIM!

A morte física é algo que todos estamos sujeitos a passar e um crente que tenha promessas do Senhor não está livre dela, principalmente se este estiver desviado dos caminhos santos do Pai.

Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.
Hebreus 11:13

Acredito que texto mais claro não há sobre esse assunto. Na carta aos Hebreus o autor vem falando da fé dos que houveram antes de Cristo e que se submeteram à vontade do Pai e que morreram sem receber as promessas que lhes tinham prometido. Logo, ter uma promessa do Senhor não é como escuto para a morte até que ela se cumpra.

Lembro-me da história de um irmão que estava desviado dos caminhos do Senhor e que sempre era alertado para que se arrependesse. Ele dizia que tinha promessa e já tinha até planejado a data em que voltaria aos caminhos do Senhor. Infelizmente a morte chegou antes de que ele fosse reconciliado com o Pai.

Por fim, devemos estar atentos ao que a Palavra do Senhor diz a respeito das doutrinas e segui-las para permanecermos fieis a sã doutrina. O crente não pode se deixar levar por opiniões alheias, filosofias mundanas e nem conceitos que não vem da bíblia. A bíblia é a única regra de fé para o crente!

70% DOS ESTUDANTES DEIXAM A IGREJA DURANTE A UNIVERSIDADE, DIZ PESQUISA

jovem-estudante

 

A maioria dos jovens deixam de frequentar a igreja durante os anos de faculdade, de acordo com um estudo feito pela LifeWay Research. Cerca de 70% dos estudantes abandonam suas denominações, mas acabam retornando mais tarde.

Segundo a pesquisa, 70% dos jovens frequentavam a igreja durante o ensino médio, mas a abandonaram. Dos que saíram, quase dois terços retornaram mais e atualmente frequentam a igreja.
A frequência à igreja entre jovens e adolescentes é um fator de importância, segundo o estudo. Entre 16 e 17 anos, a queda na frequência é de 10%; entre 17 e 18 é de 14% e entre 18 e 19, a queda é de 13%.
Na maioria dos casos, as pesquisas mostram que os jovens não têm a intenção de deixar a igreja. Cerca de 80% dos jovens que abandonaram suas denominações durante a faculdade não tinham a pretensão. Muitos a deixaram por suas discordâncias com a educação teológica e encarar a igreja com menos importância em sua vida.
Estatisticamente, os pesquisadores encontraram quatro fatores determinam a permanência dos jovens na igreja:
– A igreja me ajuda a tomar algumas decisões no dia a dia (antes dos 18 anos).
– Meus pais são casados e frequentam a igreja (antes dos 18 anos).
– As pregações do pastor são relevantes para a minha vida (antes dos 18 anos).

– Um adulto da igreja investe em mim pessoalmente e espiritualmente (entre 15 e 18 anos).

Fonte: Guiame

Depravação Total: O homem está espiritualmente morto até que Deus o regenere.

A Depravação Total é um dos artigos da fé cristã defendida por vertentes tanto calvinistas como arminianas. Tanto os escritores João Calvino como Jacó Armínio entendem que o homem é totalmente mau e que necessita da misericórdia de Deus para ser salvo.

Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.
Romanos 5:12.

Que através de Adão o pecado entrou no mundo e contaminou todos os posteriores não deixando um único justo.

Essa é a doutrina do pecado original de Agostinho de Hipona. Sabendo que foi através do pecado que toda a humanidade foi contaminada, era necessário uma obra para que a humanidade pudesse se salvar. Essa obra foi a obra Redentora de Cristo.

Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.
Romanos 5:19

No versículo 19 vemos claramente que pela obediência de Cristo para cumprir a sua missão na terra que muitos serão feitos justos.

Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma.
João 15:5

O próprio Cristo ensinou que necessitávamos dele para fazer qualquer coisa. Essas palavras são bem profundas. Ele disse que sem Ele não poderíamos dar fruto algum e que necessitávamos dEle para fazermos algo.

Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.
1 Coríntios 15:22

Paulo na primeira carta aos coríntios fala que seremos vivificados em Cristo. Esse versículo é bem direto pois mostra que o homem recebeu a morte ( o pecado ) por Adão e por Cristo recebeu a salvação.

Outro ponto interessante é que essa doutrina refuta vários ensinamentos falsos e heresias que pregam que o homem não está totalmente morto. Que o homem pode fazer algo bom mesmo não estando em Cristo e etc.

Heresias como pelagianismo que prega que o homem não é refém do pecado original, ele somente segue-o por ter sido o único exemplo conhecido ( até Cristo vir até nós ), ganharam muitos seguidores e até hoje ainda tem servos que acreditam em seus ensinamentos.

Em seu estado pecaminoso e caído, o homem não é capaz de e por si mesmo, quer seja pensar, querer ou fazer o que é, de fato, bom; mas é necessário que seja regenerado e renovado em seu intelecto, afeições ou vontade e em todas as suas atribuições, por Deus em Cristo através do Espírito Santo, para que seja capaz de corretamente compreender, estimar, considerar, desejar e realizar o que quer que seja verdadeiramente bom.

Jacó Armínio

O homem está totalmente morto e somente o Senhor e ninguém mais pode salvá-lo deste estado.

É necessário que a Igreja se volte às escrituras e atente aos mandamentos, dogmas e crenças para prevenir-se de cair em apostasia e heresias.

Migrador, Cortador, Devorador e Destruidor eram demônios?

É como ouvirmos no meio cristão frases como “O dízimo protege sua vida financeira contra os demônios: O devorador, o cortador, o migrador e o destruidor”. Devemos nos perguntar isto é mesmo verdade?

Primeiramente vamos analisar o texto que fala sobre esses “demônios”. Em Joel 2:25 temos um primeiro contato com os termos “cortador, devorador, migrador e destruidor”. Porém, algo é importante notar nesse capítulo. No início do capítulo o profeta Joel fala de um grande exército que virá para atacar a nação Joel 2:1-10 . Durante a leitura do capítulo vemos que Deus faz um alerta ao povo de Israel para que eles voltem para Deus arrependam seus pecados Joel 2:13.

Deus faz um chamado específico para que o povo se arrependa como vemos em Joel 2:17. No versículo 18 o profeta conta que o povo ouviu o chamado de Deus e se arrependeu de seus pecados, então, Deus lhes responde que enviou-lhes trigo, vinho novo e azeite em quantidade suficiente para satisfazê-los.

No versículo 20 vemos Deus falar que levará o exército que se aproxima para longe do povo para que não atinjam a nação e a partir daí vemos Deus consolar o povo para que não tenham medo pois ele mandará provisões ( chuvas ) como antes tinha fazia para que os campos se encham.

No versículo 25 vemos Deus falar diretamente que irá compensá-los pelos anos de colheita que os gafanhotos destruíram. Ai temos a citação do migrador, cortador, destruidor e devorador e no fim do versículo ainda vemos Deus falar que este era o exército que Ele havia enviado.

Ora, o cortador, migrador, devorador e destruidor citado pelo profeta Joel não passam de gafanhotos que atingiam as plantações e prejudicavam as plantações dos judeus. No versículo 25 vemos Deus falar diretamente que este foi o exército que Ele enviou!

Deus enviaria demônios para atormentar a vida dos judeus? Desconheço qualquer passagem que afirme isto. Ele pode até permitir que satanás toque na vida um servo seu, mas ele jamais ordena que um demônio faça uma maldade.

Então, percebemos que Deus ordenou que aquele exército de gafanhotos marchassem para atacar as lavouras. Logo, de forma alguma esses gafanhotos são demônios, eles são somente uma peste que foi mandada por Deus como forma de castigo para que o povo se arrependa dos seus pecados e volte para o seu caminho.

64 perguntas para se fazer a um abortista

ESCRITO POR KEVIN DEYOUNG | 03 MAIO 2013   

Do que deveríamos chamar aquele que ainda não nasceu e está no útero?

Se aquela entidade é um ser vivente, não é uma vida?

Se você surgiu primeiramente como uma simples célula, como pode aquele óvulo fertilizado ser algo diferente de um ser humano?

Não é mais correto dizer que você era um embrião, em vez de dizer que simplesmente veio de um?

Então quando é que um ser humano passa a ter o direito de viver?

Devemos dizer que o tamanho importa?

Um feto é pequeno demais para merecer nossa proteção?

Pessoas grandes valem mais do que pessoas pequenas?

Homens são mais humanos do que mulheres?

Um jogador de basquete grandão tem mais direito do que um pequenino jóquei?

Uma vida num útero não pode ser levada em conta simplesmente porque você não pode segurá-la em seus braços, ou colocá-la em suas mãos, ou vê-la em uma tela?

Desenvolvimento intelectual e capacidade mental deveriam se tornar a medida de nossa dignidade?

Crianças de três anos de idade valem menos que pessoas de trinta?

Um feto vale menos do que um ser humano formado porque não pode falar, contar ou ter consciência própria?

Um bebê brincando no berço tem de sorrir, ou acenar com a mão, ou recitar o alfabeto antes de merecer mais um dia de vida?

Se uma expressão de acuidade mental básica é necessária para se ter o direito de ser um membro da comunidade humana, o que deveríamos fazer com pessoas em estado de coma, pessoas muito idosas, ou a mamãe de cinquenta anos com Alzheimer?

E o que dizer de todos nós quando dormimos?

Deveríamos negar o direito de viver de um feto apenas pelo lugar onde vive?

O meio onde vivemos pode nos dar ou retirar algum valor?

Valemos menos do lado de dentro do que do lado de fora?

Podemos simplesmente ser mortos quando estamos nadando debaixo d’água?

O lugar onde estamos determina quem somos?

Uma travessia de vinte centímetros no momento do parto nos torna humanos?

Essa mudança de cenário transforma “coisas” em pessoas?

O amor é condicionado pela localização?

Deveríamos reservar a dignidade humana apenas para aqueles que não são dependentes de outros?

Apenas merecemos viver quando podemos viver por conta própria?

Um feto de quatro meses é inferior a um ser humano porque precisa de sua mãe para viver?

Uma criança de quatro meses é inferior a um ser humano quando ainda precisa de sua mãe para viver?

E se você precisar de uma diálise, ou insulina, ou um aparelho respiratório?

A dignidade é fruto do pleno funcionamento das nossas capacidades vitais?

A independência é um pré-requisito para nos identificar como ser humano?

Somos valiosos apenas quando podemos pensar, realizar tarefas, ou fazer as coisas por conta própria?

Se a vida de um feto é vida humana, o que justifica arrancá-la fora?

Seria justo tirar a vida de seu filho no aniversário de um ano porque ele veio à vida por meio de circunstâncias tristes e trágicas?

Você jogaria sua filhinha de um ano e seis meses no meio dos carros em tráfego porque ela tornou nossa vida difícil?

Uma criança de três anos de idade merece morrer porque pensamos que merecemos uma escolha?

O que você merece agora?

Quais são seus direitos como ser humano?

Você tinha esses mesmos direitos há cinco anos?

E quando você era um adolescente e nem podia dirigir?

E naquele tempo em que sua bicicleta tinha rodinhas de apoio?

Você era menos do que um ser plenamente humano quando brincava com terra?

E quando você usava babador?

E quando ainda mamava?

E quando cortaram seu cordão umbilical?

E quando você boiava no liquido amniótico e chutava aquela parede elástica?

E quando seu coração bateu pela primeira vez no monitor?

E quando cresceram suas primeiras unhas?

E quando se desenvolveram suas primeiras células?

Do que deveríamos chamar a criança no útero?

Um feto?

Um mistério?

Um erro?

Uma questão ideológica controversa?

E se a ciência, as Escrituras e o consenso chamarem-na de pessoa?

E se um feto, o bebê desastrado, a criança inocente, o adolescente indisciplinado, o calouro universitário, a noiva maquiada, a mãe de primeira viagem, a mulher trabalhadora, a vovó orgulhosa, e o velho amigo esclerosado não diferirem em tipo, mas apenas em tempo?

Onde na evolução a humanidade começa e termina?

Quando a vida passa a ter valor?

Quando começamos a valer alguma coisa?

Quando os direitos humanos se tornam nossos direitos?

E se Dr. Seuss estiver certo e uma pessoa for uma pessoa, sem importar o tamanho que tenha?

Por que celebrar o direito de matar o que você foi um dia?

Por que negar os direitos do pequenino que é o que você é?

 


Publicado no The Gospel Coalition: 
40 Years after Roe, 64 questions

Divulgação: Reformahoje.org

Tradução: Allan Santos