Feliciano quer liberação para tratar menstruação como se fosse doença

Foto: Alexandra Martins / Agência Câmara

 

Marco Feliciano uma vez mais desperta polêmica. Após querer tratar a homossexualidade como doença, ele agora disse que quer que a menstruação também seja vista como uma enfermidade. Segundo o pastor: O livro de Levítico é bem claro quanto a enfermidade “a mulher deveria ficar separada por causa da sua imundície  por 7 dias”.  A prova mais concreta que temos disso é que mulheres que trabalham juntas, convivem juntas, geralmente menstruam na mesma época, isso se caracteriza como uma epidemia de menstruação. Em Brasília, por exemplo, a Dilma fica sempre menstruada junto com as senadoras.

O pastor foi ainda mais longe e disse que absorventes não são cura, são paliativos, o melhor é realmente deixar as mulheres isoladas e usá-las apenas na época da procriação. O movimento feminista imediatamente reagiu e ameaçou borrifar água no cabelo com chapinha do pastor. Marco Feliciano é conhecido também porque, seguindo a Bíblia, proibiu que sua esposa emitisse opiniões no culto e só entrasse na igreja de véu.

Vinícius Antunes

Fonte: www.sensacionalista.com.br

Divulgação: www.pavablog.com

 

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Para nossa alegria essa notícia não é verídica, mas vindo deste senhor não me admiro se fosse.

 

Uma dose de amor e Crítica

Aliados de Feliciano querem tornar crime a discriminação de heterossexuais

Grupo também quer permitir a “cura gay” e derrubar a criminalização da homofobia

Adriana Caitano

Publicação: 01/05/2013 06:05 Atualização:

Já se passaram quase dois meses desde que Marco Feliciano (PSC-SP) foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara, sob acusação de ser homofóbico e racista. Nesse período, diante dos protestos, o deputado e pastor evangélico evitou colocar propostas polêmicas na pauta do colegiado, marcando apenas audiências públicas sobre temas indígenas e votações de requerimentos sem grande impacto. Agora que as manifestações minguaram, Feliciano agiu: na noite de ontem, véspera do feriado, ele incluiu na pauta da próxima reunião da CDHM, na quarta-feira da semana que vem, três dos projetos mais controversos que tramitam na comissão, composta majoritariamente por seus aliados. Uma das propostas permite que psicólogos tentem curar homossexuais. Outra penaliza a discriminação contra heterossexuais. A terceira, que torna crime a homofobia, tentará ser derrubada pelos integrantes do colegiado.

O primeiro projeto suspende a validade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) de 1999, que impede que psicólogos tratem homossexuais no intuito de curá-los de uma possível “desordem psíquica”. O texto controverso, de autoria do presidente da bancada evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), tramita desde 2011 na Casa. Chegou a passar pela Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), mas, antes de ter o parecer aprovado, foi para a CDHM, a pedido de parlamentares contrários. Com a nova composição do colegiado, porém, a matéria caiu nas mãos do pastor Anderson Ferreira (PR-PE), que emitiu parecer favorável, na semana passada.

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Pelo amor de Deus. Isso só pode ser piada. Alguém por favor diz que é piada!
Isso é uma ridicularização da fé cristã! Onde está o “Dê a outra face” que Jesus falou? Ou esse ensinamento de Cristo não se aplica na politica?
Vergonha Alheia!

Sobrevivendo aos Perigos da Prosperidade (Randy Alcorn)

Dwight L. Moody disse certa vez: “Nós podemos suportar melhor a aflição do que a prosperidade; pois na prosperidade, nós esquecemos de Deus”. Isso me lembra de algo que Josef Tson, um crente que quase foi martirizado na Romênia comunista, disse em uma aula sua que tive a oportunidade de assistir: “Noventa por cento dos cristãos passam na prova da adversidade, enquanto que noventa por cento dos cristãos são reprovados na prova da prosperidade”.

Isso realmente encontra voz na Palavra de Deus. Por exemplo, Deuteronômio 6:10-12 diz:

“Havendo-te, pois, o SENHOR, teu Deus, introduzido na terra que, sob juramento, prometeu a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó, te daria, grandes e boas cidades, que tu não edificaste; e casas cheias de tudo o que é bom, casas que não encheste; e poços abertos, que não abriste; vinhais e olivais, que não plantaste; e, quando comeres e te fartares, guarda-te, para que não esqueças o SENHOR, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão”.

Precisamos perceber que se não fosse pela obra de Deus em nossas vidas, nós nunca teríamos experimentado tais abundantes bênçãos. Quantas coisas boas nos acontecem que não tivemos de trabalhar, conquistar ou alcançar, mas simplesmente foram dadas em nossas mãos através os lares onde crescemos e da cultura na qual vivemos? Tais bênçãos vêm através das coisas que Deus fez no passado e está fazendo no presente por nós.

Oseias 13:6 diz: “Quando tinham pasto, eles se fartaram, e, uma vez fartos, ensoberbeceu-se-lhes o coração; por isso, se esqueceram de mim”. Sempre há o perigo de olhar para todas as coisas que Deus deu e começar a pensar que nós conquistamos tais coisas. Nós começamos a crer que, de alguma maneira, nós merecemos tudo o que temos ao invés de reconhecermos a soberana graça de Deus que colocou tais boas coisas em nossas mãos.

Então sejamos conscientes na prosperidade. A única maneira de sobreviver à prosperidade é vê-la como um presente da mão de Deus, e usá-la generosamente para ajudar outras pessoas.
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Por Randy Alcorn. ©1991 – 2013 Eternal Perspective Ministries. All Rights Reserved. Original: Surviving the Dangers of Prosperity

Tradução: Alan Cristie. Ministério Fiel 2013 © Todos os direitos reservados. Original: Sobrevivendo aos Perigos da Prosperidade (Randy Alcorn)

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/

Líderes que mimam, crentes mimados e “tapa na cara”

Por Anderson Alcides
“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 8:35-38″

Somos cristãos. Somos crentes em Cristo e nossa fé, aplicada em nossos corações pelo Seu Espírito, nos dá a certeza disto. Cremos em um Deus Todo-Poderoso que fez o céus e a terra e que pode todas as coisas. Para Deus nada é impossível. Isto nos leva a uma questão: crer neste Deus onisciente, onipotente e onipresente é garantia que todas as mazelas da vida e os sofrimentos aqui serão sanados? Ou, do que adianta crer nEle, se Ele não resolve o meu problema?

A pergunta é: E quem disse que Deus tem [a obrigação de] que resolver os nossos problemas?! Ele se agrada em nos abençoar, claro; mas será que estas bênçãos são somente aquelas que damos um ar de grandiosidade? Mas, então, e aquelas pequenas coisas e bênçãos que nem vemos?

A bem da verdade, é claro, nem tudo nesta vida entendemos. As muitas lutas, sofrimentos, “neuras”, problemas, são numerosas. E não adianta buscar respostas para muitas delas, pois nunca chegaremos entender. Lógico que não podemos e nem devemos ser insensíveis à dor alheia. Um cristão, sofre, como qualquer outro, pois ele não é super-homem, não é um super-crente, somente porque é filho de Deus.

Um cristão real chora com os que choram, se alegra com os que se alegram e estende a mão à quem precisa, pois Cristo nos deixou exemplos para isto nas Sagradas Escrituras.

Diante de certas situações na vida, não são milagres e sinais prodigiosos que me fazem louvar a Deus e que me tiram um “Wow, isto é maravilhoso. Louvado seja Deus”. São milagres pequenos, mesmo que não vejamos e não percebamos. Deus está fazendo bem a nós à todo momento. Tudo contribui para o nosso bem, e nosso bem eterno. Você consegue perceber que Ele está fazendo bem à você neste exato momento?

Fui surpreendido pelo testemunho deste jovem (veja o artigo abaixo), que sim, este me fez vibrar e ver o quão miserável, inconsequente, resmungão, pobre, cego e nu eu sou. Recebi um “tapa na cara”. Pensei – confesso – em primeira-mão: O que diriam os “paipóstolos” “patriarcas” e tantos outros que se gabam nacionalmente de que a mão do Senhor está com eles (como se Deus estivesse somente lá, e, por ser assim, é o lugar mais verdadeiro e único que existe) sobre a vida deste homem? Que decretam e desmandam em nome de Deus, lançando mão da confissão positiva?

Isto sem mencionar nas miríades de gente por aí que acham que Deus lhe deve alguma coisa, gritando e berrando que “querem de volta o que é seu”; “que o milagre vai acontecer, tem que acontecer” e etc.

Acho que não é necessário mais falar sobre isto. Leia você mesmo o testemunho, e junto comigo exultemos nas bênçãos que o Senhor tem nos dados, não importando o que passamos aqui nesta vida.

TESTEMUNHO: COM PARALISIA CEREBRAL, CRISTÃO SE APÓIA NA FÉ E ENFRENTA AS DIFICULDADES DO DIA-A-DIA

Roger Flournoy Junior é um cristão norte americano que convive diariamente com uma série de dificuldades. Por ser portador de paralisia cerebral. Flournoy mora em Austin, no Texas, e conta que sua fé em Cristo é o que o faz enfrentar as dificuldades do seu dia-a-dia, e encontrar sentido na vida.

Em um vídeo publicado no Youtube, o cristão conta como detalhes de seu dia, e como se apoia na fé para superá-los. Ele revela que muitas pessoas não entendem o que é paralisia cerebral, e por isso o tratam de maneira diferente.

– Um monte de gente inclusive tem medo de mim ou se sentem muito desconfortáveis ao meu lado – detalha, contando ainda que isso muito o machuca, e que ele tenta ser amigo de todo mundo.

– A pior coisa é a solidão. Eu me transformo no meu pior inimigo quando me deixo sentir solidão. Mas Jesus significa tudo para mim. Sem Jesus eu sei que já teria cometido suicídio, porque viver sem Jesus não vale a pena – revela Flournoy, segundo tradução do blog O Contorno da Sombra, revelando ser a fé o que o sustenta, principalmente nos momentos mais difíceis.

– Tempos difíceis aparecem todos os dias. Na maioria das vezes eu tento nocauteá-los porque o evangelho mudou a minha vida de uma maneira maravilhosa que eu nunca conseguirei entender em sua plenitude. A adoração é a minha vida. Deus me criou para adorar – completou Roger Flournoy, que finalizou dizendo: – Jesus pagou o máximo preço e se eu não adorá-lo totalmente é como se eu não agradecesse por Ele ter morrido por mim. E isto é tão poderoso. Um dia eu estarei na eternidade com Deus.

[Fonte: Gospel +]

Assista ao vídeo na íntegra (em inglês):

 

Texto de Anderson Alcides. Fonte: A Voz no Deserto. Divulgação: Púlpito Cristão.

 

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Exemplo de vida para nós cristãos mimados que esperamos que Deus faça tudo por nós e fazemos birra quando ele não faz.

14 Razões porque o Apóstolo Paulo morreu na miséria

Por Renato Vargens

À luz dos ensinamentos dos teólogos da prosperidade que afirmam que o servo de Deus tem que ser rico, descobri os verdadeiros motivos que levaram o Apóstolo Paulo a morrer na mais profunda miséria.

Infelizmente, o Apóstolo de Cristo aos gentios, não “entendeu” as revelações bíblicas cometendo erros gravissimos como:

1º- Não decretar a bênção da vitória na sua vida.

2º- Não amarrar o principado da miséria.
3º- Não quebrar as maldições hereditárias provenientes de seus antepassados.
4º- Não entender a visão da multiplicação do movimento G12.
5º- Não receber a revelação do DNA da honra de Deus.
6º- Não possuir as unções do cachorro, leão, águia, macaco, lagartixa, vômito e etc.
7º- Não tomar posse da bênção.
8º- Não semear as sementes da prosperidade.
9º- Não ter sido promovido a “paipostólo”
10º- Não ter trocado de anjo da guarda.
11º- Não ter elaborado nenhum mapeamento de batalha espiritual.
12º- Não ter recebido revelações do inferno.
13º- Não ter emitido nenhum ato profético.
14º- Não ter desenvolvido o hábito de orar em montes.

Caro leitor, segundo a ótica dos teólogos da prosperidade Paulo foi um fracassado, um pastor incompetente que não soube desfrutar das bênçãos de Deus.

Triste isso não?

Isto posto, resta-nos rogar a Deus pedindo misericórdia, como também que livre a sua igreja desta doutrina nojenta e anticristã.Pense nisso!
Renato Vargens, no Púlpito Cristão

Nada que provar a ninguém!

                 

                                                    Por Hermes C. Fernandes

 
Desde pequenos, somos acostumados a buscar cativar a atenção dos nossos pais através de nossas estripulias. Queremos atenção! Não aceitamos outro lugar que não seja o “centro do Universo”. Todos os olhares têm que se estar voltados para nós. Porém, descobrimos que não somos os únicos a disputar esse lugar de primazia. Surge, então, o espírito competitivo.
 
A criança grita, esperneia, vira cambalhota, põe fogo no colchão, tudo para roubar a atenção que os pais estão dando a seu irmão menor. Este espírito competitivo vai nos seguir a vida inteira. Seja no ambiente profissional, familiar, acadêmico, e, por incrível que pareça, até no ambiente da igreja.
Uns acreditam que a maneira mais eficiente de chamar a atenção é despertando pena nos demais. Esses estão sempre se queixando da vida. Alimentam sua carência com os olhares complacentes dos outros. Sua sina é ser vítima.
 
Outros acreditam que seja mais eficiente chamar a atenção se envolvendo em peripécias. Esses alimentam sua carência através dos conselhos inúteis e das críticas incessantes ao seu estilo de vida. O que lhes satisfaz é ser vilão.
Há os que tentam chamar a atenção para si através de suas boas obras. E o ambiente eclesiástico é muito propício a isso. Jesus denunciou os fariseus que pagavam alguém para tocar a trombeta enquanto davam esmolas. Queriam que todos notassem o quanto eram bons. Esses são os que almejam o papel de herói. Não pelo heroísmo em si, mas pelo glamour que só os protagonistas experimentam.
Nos círculos mais místicos, como os pentecostais, muitos buscam chamar a atenção para si através de uma hiper-espiritualidade. Nesses ambientes, geralmente se mede a espiritualidade das pessoas pelo volume da voz enquanto falam em línguas ou glorificam a Deus.
A graça rompe com tudo isso!
 
O que alimenta a competitividade é o fato de acharmos que só seremos aceitos se fizermos por onde, se nos adequarmos às expectativas das pessoas do grupo. Mas quando descobrimos que Deus nos aceita a despeito de nosso merecimento, tal ciclo é rompido.
Já não temos que provar nada pra ninguém.
Somos livres para sermos aquilo para o qual fomos criados, sem nos preocupar em dar explicações.
Nosso objetivo já não é impressionar quem quer que seja, mas simplesmente servir e amar despretensiosamente.
E quanto mais nos livramos do jugo das expectativas humanas, mas deixamos livres as pessoas ao nosso redor.
Encerram-se as disputas e as comparações. Ninguém mais faz questão de ter a razão em tudo. Somos livres para amar e acolher, e sermos amados e acolhidos.
Só a graça promove um ambiente saudável onde os indivíduos possam crescer espiritual e emocionalmente.
 
Por não termos mais o que provar a ninguém, preferimos a discrição. Em vez de pagar um trombeteiro para chamar a atenção para nossas boas obras, preferimos praticar o que Jesus recomendou: Dar com a mão direita, sem que a esquerda saiba.

Angola proíbe operação de igrejas evangélicas do Brasil

Patrícia Campos Mello, na Folha de S.Paulo

O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país.

Segundo o governo, elas praticam “propaganda enganosa” e “se aproveitam das fragilidades do povo angolano”, além de não terem reconhecimento do Estado.

“O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa”, disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.

Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.

Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.

O mote do culto era “O Dia do Fim”, e a igreja conclamava os fiéis a dar “um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas.”

O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país — Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém– foram fechadas.

No dia 31 de março deste ano, o governo levantou a interdição da Universal, única reconhecida pelo Estado.

Mas a igreja só pode funcionar com fiscalização dos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e Procuradoria Geral da Justiça. As outras igrejas brasileiras continuam proibidas por “falta de reconhecimento oficial do Estado angolano”. Antes, elas funcionavam com autorização provisória.

As igrejas aguardam um reconhecimento para voltar a funcionar, mas muitas podem não recebê-lo. “Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país”, disse Falcão. “Elas são apenas um negócio.”

Segundo Falcão, a força das igrejas evangélicas brasileiras em Angola desperta preocupação. “Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres.”

Em relação à Universal, a principal preocupação é a segurança, disse Falcão.

Via: Pavablog